Veja quanto custa tirar a alienação fiduciária do carro: taxas do Detran, cobrança da financeira, cartório e como conferir o gravame pela placa.
Em muitos casos, tirar a alienação fiduciária (a baixa do gravame) custa pouco ou nada além da quitação do financiamento. O valor final depende de duas coisas: se a financeira cobra alguma tarifa pela baixa e quais taxas o Detran do seu estado aplica. Na prática, o custo costuma ficar entre zero e algumas centenas de reais, e varia bastante de um estado para outro.
Importante: o maior valor é sempre o saldo devedor. Sem quitar o contrato, não existe baixa do gravame. Tudo o que vem depois são custos acessórios.
Não existe um preço único nacional. O que você pode encontrar é o seguinte:
Por isso, desconfie de qualquer valor fechado prometido sem que se saiba o estado e o banco envolvidos. O caminho seguro é consultar a tabela de taxas do Detran do seu estado e perguntar à financeira se há cobrança.
Na alienação fiduciária, o veículo fica como garantia do financiamento. Você usa o carro, mas ele continua vinculado ao banco ou financeira até a última parcela. Esse vínculo aparece no sistema como gravame e impede a transferência normal de propriedade enquanto estiver ativo.
As regras de trânsito preveem um prazo para a financeira providenciar a baixa após a quitação, em geral na casa de poucos dias úteis. Mesmo assim, a atualização nos sistemas pode demorar um pouco mais em alguns casos. Se o prazo passar e o gravame continuar ativo, procure primeiro o atendimento da financeira com o protocolo em mãos e, se necessário, o Detran.
Esse é um dos maiores riscos na compra de usados. Se o carro ainda está alienado, o vendedor não é o proprietário pleno e a transferência pode ficar travada. Nunca pague o valor total antes de confirmar a situação do gravame.
Antes de fechar negócio, vale consultar a placa do veículo aqui no site para verificar se há indício de alienação fiduciária e outros pontos importantes, como débitos, restrições e histórico. Nossa consulta é uma ferramenta privada de informação, não um órgão oficial, e não substitui a conferência dos documentos originais e do Detran.
O custo para tirar a alienação fiduciária é composto principalmente pela quitação do financiamento. A baixa em si pode ser gratuita ou ter taxas de Detran, documento e cartório, que dependem do estado e do contrato. Antes de pagar qualquer coisa, peça o detalhamento por escrito e confirme na tabela oficial do seu Detran.
Depende do contrato e da instituição. Muitas financeiras fazem a baixa sem cobrar tarifa do cliente após a quitação, mas é importante perguntar e pedir qualquer cobrança por escrito. Desconfie de valores que não estejam previstos no contrato.
Após a quitação, a financeira tem um prazo curto, geralmente de alguns dias úteis, para solicitar a baixa. A atualização no sistema do Detran pode levar um pouco mais. Se o gravame continuar ativo, procure a financeira com o protocolo da quitação.
É arriscado, pois o veículo ainda está vinculado à financeira e a transferência normal fica bloqueada. Só avance se a dívida for quitada e a baixa do gravame for comprovada antes do pagamento final, ou se a financeira participar formalmente da operação.
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